2.6.12

Contra o latrocínio, bailar, bailar



Um grupo de ativistas invadiu uma sucursal em Sevilha do Bankia e começou a cantar e dançar para a críticar a situação que vive a entidade, com um buraco de 19 mil milhões de euros (ou quatro BPN). Inicialme, os clientes ficaram surpreendidos, pensando tratar-se de um assalto, mas quando o cantar desatou a cantar, os rostos foram de sorriso. Não é a primeira vez que os Flo 6x8 fazem uma ação destas (esta é a última, gravada a 24.5), e foi recordada pelo El País no dia, sexta-feira, em que várias manifestações irromperam pelas sucursais do Bankia, protestando pela injeção no banco dos tais 19 mil milhões de euros, por parte do governo de direita de Mariano Rajoy.

"¡Bankia, Bankia, Bankia, pa ti seis pulmones, pa mí ni unas branquias! No te voy a querer, yo".

Um regresso a Sarajevo por Gervasio Sánchez



Dois mil e nove, o veterano fotógrafo de guerra Gervasio Sánchez regressa ao cerco de Sarajevo, cujo conflito cobriu. As mudanças estão nas fotografias do livro Sarajevo 1992 - 2008.

1.6.12

Vinte e duas horas com os mineiros asturianos rumo a Madrid



Reportagem vídeo do jornal elcomercio.es,
reportagem em mensagens curtas e fotos aqui

Mineiros das Astúrias em greve indefinida. Confrontos em Madrid


En España miles de mineros del carbón se enfrentaron con la Policía el jueves durante una protesta contra los recortes que se celebró en Madrid. Los mineros del carbón, en huelga contra una reducción de las ayudas públicas decidida por el Gobierno, anunciaron ayer que prolongan de forma indefinida su protesta. Los manifestantes se enfrentaron violentamente con la Policía, lanzando petardos, mientras que las fuerzas del orden arremetieron contra ellos con porras. Al menos dos personas fueron detenidas y diez resultaron heridas, según informa la prensa local.


Carga policial de la Guardia Civil contra los mineros que cortaron la autopista A-8 en Asturias el 30 de mayo de 2012.


24 de mayo de 2012, corte de carreteras realizado por los mineros. Lugar autopista A-8, El Montico (Asturias)

29.5.12

Mais um caso de descontrolo da PSP


Stress na Morais Soares por lxgorila

O caso é assim apresentado na descrição do vídeo.
"tudo começou quando um dos agentes lhe tira à força dois documentos negando devolvê-los. Indignado com o abuso, o cidadão insiste que lhe devolvam os documentos. O agente acaba por chamar reforços (1 carrinha + 2 ou 3 carros patrulha). O cidadão aflito chama o filho para o seu colo momento em que a polícia decide detê-lo. Toda a Morais Soares assistiu indignada. Embora rapidamente afastados, até velhotes transeuntes tentaram impedir que separassem pai e filho."
Procuro o comunicado da PSP e (nem consigo acreditar mas é verdade) corrobora o que está na descrição do vídeo.
Um elemento policial (...) intercepta um cidadão a exercer condução fazendo uso de telemóvel. Durante a abordagem, apercebe-se de que o cidadão se encontra acompanhado por um filho menor (de colo) e por um cunhado. O condutor assume uma postura agressiva e injuria o polícia. O Elemento policial, em função da situação solicita reforço para o local. Já na presença do reforço, o elemento policial interveniente informa o condutor de que a sua conduta constitui ilícito criminal pelo que deveria cessar a sua conduta. Porque aquele a manteve e continuou a injuriar o polícia, este deu-lhe voz de detenção. Apercebendo-se disso, o condutor retirou o filho do colo do cunhado e serviu-se da mesmo como “escudo” para evitar a consumação da detenção. Aquilo a que se assiste no filme é exactamente ao momento em que, com o maior cuidado possível, os elemento policiais separaram e retiram o cunhado, asseguram a integridade física da criança, colocando-a temporariamente sob a atenção e cuidado de uma agente feminina, e depois procede à manietação do condutor, agora detido, sem ser possível verificar qualquer imagem de violência.
Além do absurdo da detenção de alguém por injúrias (mas hoje em dia é parece ser a especialidade da polícia portuguesa), a ideia de que o agente porque foi injuriado precisa de reforços é peregrina e decidir deter o homem porque ele continuou a injuriar o agente, entretanto já acompanhado dos reforços, é incrível. E depois o tentar diabolizar o homem porque queria ficar com o seu filho quando o ameaçam de detenção é simplesmente desumano. Já agora, se "usou o filho como escudo" é porque resistiu à detenção, mas isso não faz parte do comunicado, só as injúrias...

Enfim, falta bom-senso e sobram filmes de polícias e ladrões.

Ando a ensinar ao meu filho a importância da polícia, que ele não compreende. E por causa disso, apenas por causa disso, espero que ele não veja este vídeo.

27.5.12

RTVE abafou o assobio ao hino

Desde 2009, quando o Athletic e o Barcelona se defrontaram na final da Taça do Rei e milhares assobiaram enquanto se ouvia o hino de Espanha, que se esperava uma nova demonstração de irreverência de bascos e, sobretudo, catalães contra o símbolo da monarquia dos Borbons. A expectativa aumentou quando se soube que responsáveis regionais iam pedir a formalização das selecções de Galiza, Euskadi e Catalunha, e de a presidente do governo regional de Madrid, a radical Esperanza Aguirre ter dito que o jogo devia "ser suspenso e celebrar-se à porta fechada noutro sítio", depois de se ter anunciado a assobiadela real.

Em 2009, a RTVE teve uma oportuna falha humana quando se começou a assobiar o hino, a emissão caiu. Este ano, quando as equipas do Athletic de Bilbau e do Barcelona estavam já no relvado e das bancadas se ouviram referências à profissão da mãe de Esperanza Aguirre e os primeiros assobios de uma monumental assobiadela, na RTVE o hino entoava mais alto. Como escreve o Público.es, a assobiadela real que no se oyó en TVE.

 O jornal apresenta várias exemplos sonoros do assobio, fica aqui o exemplo do canal público de televisão e da Cadena Ser.

Mr. Pignon ou a arte de escrever comunicados


Centro Comercial Continente de Portimão recebe, a partir do dia 1 de maio, a Exposição “Portugal em Açúcar”. A Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, a Igreja do Colégio dos Jesuítas de Portimão, os quiosques de Lisboa, o barco Rabelo e o Navio-escola Sagres "são algumas das réplicas feitas em chocolate ou pão, que contam de uma forma doce a história de Portugal".
Mr. Pignon, onde anda?
Coisa mais linda. (Melhor só mesmo o comunicado do Centro Comercial Continente Portimão sobre a Igreja Matriz, o barco Rabelo e a confusão maiúsculas e minúsculas)

Estaline

23.5.12

“Cada semana soy más pobre y tengo más miedo”

La ruina es terrible. La humillación es aún peor. Los griegos, gente orgullosa, se sienten reducidos a la condición de parias, acosados por las acreedores y traicionados por sus políticos. Su economía se asfixia desde hace dos años y en el futuro sólo puede empeorar.
Ya no hay teatro público por falta de dinero y el actor-funcionario Durlis ha sido asignado a la Fundación de la Ciudad de Atenas para las Personas sin Hogar. Ahora prepara representaciones teatrales con desempleados. “Es una forma de mantener la dignidad de estas personas”, dice, “y de mostrarles que con trabajo se puede salir adelante”.
Los salarios públicos han sido recortados de forma drástica. El salario de un profesor de primaria ha pasado de 1.200 a 600 euros. Los enfermos tienen que pagar sus propias medicinas, y confiar en que el Estado les reintegre algo algún día. En dos años han cerrado más de 500.000 pequeños negocios. Las tiendas están vacías. Los bancos sufren una continua sangría de depósitos y en cualquier momento puede desatarse un pánico colectivo que acabe con el sector financiero y con el euro. El dinero casi ha dejado de circular.
La fama de trabajar poco resulta más discutible. Frente a la tendencia al relajo en el sector público, en el sector privado son numerosos quienes hacen jornadas de 12 y 15 horas.
El hundimiento de Grecia ha provocado ya tragedias personales. Privadas en su mayoría, con dos grandes excepciones. La primera, en 2003, cuando la crisis era más moral que económica: el suicidio de Roubini Stathea, responsable de desarrollo urbanístico en el Gobierno. Dejó una nota en la que expresaba la esperanza de que su muerte sirviera para que los funcionarios fueran “un poco más trabajadores; los políticos, un poco más honestos; los jueces, un poco más creíbles; los periodistas, un poco menos carnívoros”. La más reciente, el pasado 4 de abril, el suicidio del pensionista Dimitris Christoulas en la plaza Syntagma, epicentro de las protestas en Atenas. Christoulas murió de un tiro con un papel en la mano en el que explicaba que prefería morir antes que rebuscar entre la basura para alimentarse.
“Cada semana soy más pobre y tengo más miedo”, El País

22.5.12

Descobertas fotos de Centelles com Capa a fotografar Azaña e Negrín

Un equipo de investigadores ha hallado dos fotografías inéditas de Agustí Centelles, tomadas en 1938 durante la despedida en Barcelona a las Brigadas Internacionales, en las que aparece cámara en mano Robert Capa tras el presidente de la República, Manuel Azaña, y el jefe de gobierno Juan Negrín. El fotoeditor Joaquín D. Gasca: este hallazgo «documenta por primera vez un tercer encuentro entre Capa y Centelles con unas fotografías que se tomaron el 28 de octubre de 1938 en la entonces avenida 14 de Abril (actual Diagonal), en un tramo impreciso entre el Palacio Presidencial (Pedralbes) y la plaza Hermanos Badía (Francesc Macià)». 
ABC.es

Pressão boa


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